Hipoteca com Crédito Ruim
Hipoteca com crédito ruim em Alberta, em português: a linha dos 600, quanto tempo a mancha dura, e o plano de volta para o crédito prime.
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Empréstimo garantido pela equity do imóvel, aprovado pela garantia e não pela renda. Curto por desenho, caro de propósito, e sempre com uma saída combinada antes de assinar. Eu trabalho para você, não para o banco.
Hipoteca privada em Alberta explicada em português: de 6% a 15% ao ano, cerca de 3% de taxas no total, e por que nenhuma delas deve ser feita sem saída definida.
Grátis e sem compromisso. Sem consulta de crédito só para conversar. Você sai com um plano de verdade.
Nota 5.0 ★ no Google, de 36 clientes
Hipoteca privada é um empréstimo de um investidor pessoa física ou de uma mortgage investment corporation em vez de um banco, aprovado principalmente pela equity do imóvel e não pela sua renda ou pelo seu crédito. É curto por desenho, caro de propósito, e nunca deveria ser feito sem uma saída combinada antes. (Prefer English? This page also exists in English: private mortgages.)
Se o nome te deu um aperto, faz sentido. Vou começar por aí.
No Canadá isso é um produto registrado, não um acordo de boca.
O credor é um investidor identificado ou uma mortgage investment corporation. A operação é registrada na matrícula do imóvel, igual a qualquer hipoteca de banco. E em Alberta a corretora de hipoteca é obrigada a fazer as divulgações de relacionamento e de remuneração por escrito: quem recebe o quê, de quem, e quanto. O tomador que não é representado numa operação privada assina um formulário chamado Borrower Disclosure and Consent exatamente para isso ficar registrado.
Eu sou licenciado desde 2018, trabalho com a BRX Mortgage Inc. e sou regulado pelo Real Estate Council of Alberta. Já financiamos mais de 150 milhões de dólares em hipotecas e temos nota 5.0 no Google com mais de 30 avaliações.
Nada disso faz o produto ser barato. Faz ele ser transparente, e essas são coisas diferentes que vale não confundir.
Vou escrever o custo antes de escrever os benefícios, porque é assim que eu converso sobre isso.
| Item | Faixa em Alberta |
|---|---|
| Taxa de juros ao ano | Aproximadamente 6% a 15%, dependendo da posição, do imóvel e da saída |
| Honorário do credor | Cerca de 1,5% |
| Honorário do corretor | Cerca de 1,5% |
| Total de honorários | Cerca de 3%, normalmente deduzidos do valor liberado |
A faixa de 6 a 15 é larga porque a posição muda tudo. Primeira posição num imóvel bom em Calgary com venda assinada fica na parte de baixo. Segunda posição num imóvel difícil com saída incerta fica na de cima.
E eu converto isso em dólares por mês e em dólares no prazo inteiro para o seu caso específico, antes de você assinar qualquer coisa. Percentual não ajuda a decidir. Prestação ajuda.
Três situações cobrem quase tudo que eu vejo, e todas as três são problemas de prazo e não de solvência.
Ponte entre duas casas. Você achou a próxima e a sua ainda não vendeu. O privado cobre o intervalo e sai no fechamento da venda. É o uso mais limpo que existe, porque a saída é um documento com data.
Obra ou projeto. O imóvel não financia num banco comum no estado em que está, e vai financiar quando estiver pronto. O privado paga a obra e sai no refinanciamento.
Arquivo que o banco não consegue ler hoje. Essa é a mais comum entre os meus clientes brasileiros e vale descrever direito: empresa aberta aqui há pouco tempo, ou negócio forte no Brasil que não conta como renda canadense, nenhum Notice of Assessment daqui ainda, e um imóvel sólido por trás. O banco olha a sua ficha e não vê nada em que se apoiar. O credor privado olha o imóvel. Um ou dois anos depois, com dois anos fiscais fechados, você refinancia num credor comum, e aí a conversa muda para hipotecas para autônomos.
A saída é a parte que decide se esse crédito foi uma boa ideia.
Uma venda fechando é a saída mais sólida, porque é um contrato com data. O que ela exige é folga: se a sua ponte tem prazo de doze meses e a venda está prevista para o décimo primeiro, você não tem plano, tem esperança.
Um projeto terminando exige orçamento realista e um credor comum pré-identificado para a saída. Obra atrasa. O prazo precisa absorver atraso.
Um refinanciamento de volta ao prime é a saída mais comum e a que mais depende de você. Ela exige que a coisa que estava faltando tenha sido de fato arrumada: o crédito reparado, o ano fiscal fechado, a renda comprovável. É por isso que, quando eu monto um privado com essa saída, a gente escreve na mesma conversa o que vai mudar nos próximos dezoito meses. Sem isso, a renovação do privado já está contratada e ninguém disse em voz alta.
A saída não acontecer no prazo. É isso, e é quase sempre isso.
A venda não fecha. A obra atrasa três meses. O refinanciamento não qualifica porque o crédito não foi reparado como combinado. O resultado é renovar o privado, pagando honorários outra vez, com mais um ano de juro alto em cima.
Eu reduzo esse risco de duas formas: prazo com folga, e um plano B nomeado antes de assinar. Se o seu caso não tiver folga nenhuma, eu digo na primeira conversa, não no décimo mês.
Em outros contextos eu diria que juro-só é um pagamento e não um plano. Aqui é diferente, porque o crédito vai ser quitado pela saída e não pela amortização. Abater saldo em doze meses não é o objetivo; atravessar os doze meses é.
O risco permanece o mesmo e vale dizer: se a saída não acontecer, você chega no fim devendo exatamente o que pegou, com menos tempo disponível. Daí toda a insistência anterior.
Faça essas com qualquer pessoa, inclusive comigo.
Qual é a taxa anual e qual é o custo total em dólares no prazo inteiro. Quais são todos os honorários e para quem vai cada um. Qual é exatamente a minha saída e o que precisa ser verdade para ela funcionar. O que acontece se eu quitar antes do prazo. E quem está me representando nessa operação, por escrito.
Em Alberta você tem direito às divulgações de relacionamento e de remuneração por escrito. Se alguém hesitar em qualquer uma dessas cinco perguntas, você já tem a sua resposta sobre essa pessoa.
Vinte minutos, em português. A gente calcula o espaço que existe no imóvel contando a hipoteca que já está lá, nomeia a saída e põe data nela, e eu itemizo o custo em dólares.
E se o custo não se justificar no seu caso, ou se a saída não ficar de pé, eu digo isso e a gente conversa sobre o que de fato resolve, mesmo que não seja nada que eu venda hoje.
Não, e eu entendo a pergunta, porque o nome soa parecido com coisa informal. Hipoteca privada no Canadá é um produto registrado: o credor é um investidor pessoa física ou uma mortgage investment corporation, a operação é registrada na matrícula do imóvel como qualquer hipoteca, e em Alberta a corretora é obrigada por lei a divulgar por escrito o relacionamento e a remuneração de todo mundo envolvido. Eu sou licenciado e regulado pelo Real Estate Council of Alberta. É caro, e eu vou ser claro sobre o quanto. Informal não é.
As taxas em Alberta vão de aproximadamente 6 a 15 por cento ao ano, dependendo de ser primeira ou segunda posição, do tipo de imóvel e de quão sólida é a saída. Mais honorários de cerca de 1,5 por cento para o credor e 1,5 por cento para o corretor, ou seja cerca de 3 por cento no total, normalmente deduzidos do valor liberado. Eu itemizo isso em dólares para o seu caso antes de qualquer assinatura, porque percentual não ajuda ninguém a decidir e dólar por mês ajuda.
Olha de leve. O que decide é a equity do imóvel. É exatamente por isso que esse produto existe: ele atende quem tem patrimônio sólido e uma situação de renda ou de crédito que um banco não consegue ler hoje. Isso descreve muito dono de negócio brasileiro recém-chegado, com empresa forte no Brasil, ficha canadense fina e nenhum Notice of Assessment daqui ainda. O banco olha e não vê nada. O credor privado olha o imóvel.
Em geral até cerca de 75 a 80 por cento do valor, e isso conta qualquer hipoteca existente que continue no lugar. Então se você tem uma primeira hipoteca de 60 por cento do valor, o espaço privado em segunda posição é o que falta até esse teto, não 75 por cento adicionais. Essa conta é a primeira que eu faço, porque ela decide se a ideia é viável antes de falarmos de custo.
A saída é como esse crédito termina, e sem ela o produto não deveria ser feito. São três na prática: o fechamento de uma venda, o término de um projeto que destrava financiamento comum, ou um refinanciamento de volta para um credor comum depois de arrumar o que estava faltando. Eu insisto porque crédito privado sem saída é caro demais para durar: a taxa que resolve doze meses de problema destrói você em quatro anos. Se a gente não conseguir nomear a saída com data na primeira conversa, eu prefiro não montar.
Três usos cobrem quase tudo que eu vejo. Ponte entre duas casas, para você comprar a próxima antes de a sua vender. Obra ou projeto que, pronto, se refinancia num banco normal. E arquivo que o banco não consegue ler agora, tipo empresa aberta há pouco tempo ou renda em transição, mas com imóvel sólido por trás. Nos três casos o problema é de prazo, não de solvência, e é para problema de prazo que esse produto é bom.
É comum nesse produto e faz sentido aqui, diferente de outros lugares. Como o crédito dura um ou dois anos e vai ser quitado pela saída e não pela amortização, abater saldo no meio não é o objetivo. O que importa é o caixa aguentar o período de ponte. O risco é o mesmo de qualquer juro-só: se a saída não acontecer, você chega no fim do prazo devendo exatamente o mesmo valor, agora com menos tempo. Daí a insistência na saída.
A saída não acontecer no prazo. É isso, e é quase sempre isso. A venda não fecha, a obra atrasa, o refinanciamento não qualifica porque o crédito não foi reparado como combinado. Aí você renova o privado, pagando honorários de novo, com um ano a mais de juro alto. Eu monto esses arquivos com folga no prazo e com um plano B nomeado, e se o seu caso não tiver folga nenhuma eu falo isso na primeira conversa em vez de deixar você descobrir no décimo mês.
Cinco. Qual é a taxa anual e qual é o custo total em dólares no prazo inteiro. Quais são todos os honorários e para quem vai cada um. Qual é exatamente a minha saída e o que precisa ser verdade para ela funcionar. O que acontece se eu quitar antes. E quem está me representando nessa operação, por escrito. Em Alberta você tem direito às divulgações de relacionamento e de remuneração por escrito, e se alguém hesitar em qualquer uma dessas cinco, essa é a sua resposta.
Jayden Backs Mortgage Solutions trabalha com hipoteca privada em Calgary , West Calgary , East Calgary , Northeast Calgary , Calgary City Centre , North Calgary , Northwest Calgary , Southeast Calgary , South Calgary , Southwest Calgary , Airdrie , Cochrane , Chestermere , Okotoks , Crossfield , Carstairs , Didsbury , Olds , Innisfail , Red Deer , High River , Nanton , Claresholm , Fort Macleod , Lethbridge , Edmonton , St. Albert , Sherwood Park , Spruce Grove , Stony Plain , Beaumont , Fort McMurray , Grande Prairie , Cold Lake , Rocky View County , Mountain View County .
Não é bem o que você procurava? Estes são os que mais aparecem junto com hipoteca privada.
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Deixe seu nome e telefone e eu mesmo retorno em até um dia útil. Sem consulta de crédito. Sem compromisso. Você sai com um plano de verdade.
Nota 5.0 ★ no Google, de 36 clientes. Licenciado desde 2018.